06 novembro, 2010

Perguntas Que Precisam de Respostas [Philip Yancey]

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Descrição: Os editores da revista Christianity Today me convidaram, em 1983, para escrever uma coluna mensal. Minha primeira preocupação foi a de que um dia os assuntos se esgotassem. Estava mais acostumado a escrever livros, nos quais trabalhava com o mesmo tema durante vários anos. Perguntei–me se conseguiria enfocar um tópico diferente a cada mês.
Com o passar dos anos, esta ansiedade se dissipou, e hoje o dia de escrever minha coluna para a revista é um dos mais agradáveis do mês. Resolvi que nunca escolheria o assunto ou tema até à data de entregar o trabalho.
O ciclo idéia–escrita–publicação–reação do leitor, acontecendo em um ritmo rápido, chega a ser terapêutico, porque ajuda a aliviar o isolamento e a paranóia que podem advir de projetos de longo prazo, nos quais vários anos separam o processo de escrever da verificação dos efeitos causados no leitor.
Não gosto muito de livros escritos a partir de material previamente publicado, de modo que organizei os artigos em uma espécie: de ordem coerente. Surpreendi–me ao encontrar alguns temas recorrentes. Escrever assemelha–se à terapia: os dois processos trazem à luz o que estava escondido.
Na verdade, aprendo um pouco sobre mim mesmo ao rever meus escritos. Redigi todos estes artigos enquanto morava no centro de Chicago.
Posteriormente, mudei–me para o Colorado e, ao ler, você poderá sentir o anseio que havia em mim por um ambiente mais rústico e pela beleza natural. Sinto–me muito bem subindo a pé uma montanha de mais de 4000m de altitude, em um dia de Verão, sem qualquer outra companhia além das marmotas e lebres que moram lá.
Os seres humanos (e me incluo aqui) parecem–me estranhos. Meio animais e meio anjos, sempre surpreendemos e desapontamos nós mesmos e uns aos outros. Ao escrever sobre as pessoas pego–me em um sentimento de ironia que praticamente define a nossa espécie.
Embora seja evangélico e escreva freqüentemente sobre minha fé, nunca aceitei “a igreja” com facilidade. Sinto–me fora de lugar dentro dela e tento ajustar–me, como alguém que procura fazer com que um paletó de outro tamanho lhe sirva bem.
Cresci em uma igreja fundamentalista, onde as pessoas pareciam estar sempre com raiva, mas aprendi a não aceitar as orientações da liderança. Hoje, sendo escritor, a critica que fiz se volta contra mim: se não podemos acreditar nos líderes, em quem acreditaremos? Ainda não encontrei resposta para esta pergunta.
Muitas vezes uso artigos curtos, como minha coluna na revista, como “expedições de exploração”, apresentando idéias que, mais tarde, transformar–se–ão em uma obra mais extensa.
Minhas reflexões sobre a “igreja da meia–noite” me levaram a escrever o livro Igreja: Por que me Importar?. Continuei a ponderar a pergunta de Simon Wiesenthal, e o resultado foi Maravilhosa Graça. Assuntos tratados em outras colunas tiveram expressão mais completa em Decepcionado com Deus e O Jesus que Eu Nunca Conheci.
Ao preparar este livro, li também inúmeras cartas, na verdade todas que a Christianity Today recebeu em resposta aos meus artigos.
Provavelmente, você será capaz de descobrir quais geraram mais discussões: os que tratavam de política ou sexualidade. A coluna, porém, que, sozinha, suscitou o maior número de cartas foi uma composta apenas de perguntas.

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