01 março, 2011

Paixão para alcançar os perdidos

Paixão para alcançar os perdidos


A razão pela qual muitos pregadores fracassam é porque o amor não tem sido sua força motriz. Um homem, embora erudito e versado em teologia, se não tiver amor pelos
perdidos, de nada lhe valerá. Um homem pode ser um bom médico, sem amar os pacientes; bom advogado sem amar os clientes; bom geólogo sem amar a ciência; todavia, não pode ser um bom cristão sem amor. Em Jo. 13.35, Jesus disse: “Com isso saberão que são meus discípulos, se amardes uns aos outros” Uma das evidencias de que somos filhos de Deus é o nosso interesse pelos outros.

Façamo-nos uma pergunta: é o amor a força que nos impulsiona a trabalhar para Deus?... Sem ele, grande parte do trabalho para nada servirá; será como palha ao vento. Conta-se que o grande evangelista Dwight L. Moody nunca falava de uma alma perdida sem lágrimas nos olhos. O biógrafo Gamaliel Bradford mostrou esse aspecto de forma clara ao dizer que Moody “empolgava os homens porque pregava de coração para coração” Há tantos que poderiam ser alcançadas se tivéssemos compaixão por eles. Se não tempos compaixão, oremos para obtê-la.

Eis uma história que achei muito interessante:

Durante um culto, o pastor de uma igreja leu uma carta que havia recebido de uma mulher que vivia não muito longe da igreja. Era uma carta com um apelo dramático de uma mulher angustiada que num ato de desespero resolveu pedir oração e ajuda para sua família. Havia pouco tempo que seu esposo perdera o emprego e consequentemente acabou se envolvendo com drogas e, como resultado, estava a ponto de ser preso. A família havia sido contatada por um orfanato que devia assumir a custódia dos filhos. A mulher estava desesperada. O pastor foi ao endereço que estava na carta e encontrou a família à beira de uma destruição total. Levou o esposo e a esposa a entregar o coração à Cristo como Senhor e Salvador. Meses depois, na ocasião de seu batismo, enquanto o homem e a esposa estavam em pé no batistério, durante o culto de adoração, o pastor mencionou a carta que o havia levado ao casal. Ele perguntou a mulher: “Porque decidiu escrever exclusivamente para nossa igreja?” Ela respondeu: “Não escrevi somente à sua igreja. Escrevi a todas as igrejas da comunidade. No entanto, a sua foi a única que respondeu”.

Agora pense nas pessoas que Deus usou para levar você a aceitar à Cristo. Pensou? Agora escreva em um papel os nomes delas enquanto reflete nas seguintes questões:

1. Onde eu estaria sem essas pessoas que obedeceram a ordem de testemunhar?
2. Como seria minha vida sem Cristo agora?

Existe uma diferença importante entre amar alcançar os perdidos e amar os perdidos. Uma pessoa que só deseja a atividade do evangelismo cedo ou tarde perderá o interesse e partirá para outra atividade, se não amar as pessoas da maneira como Cristo o fez.

Testemunhar não é uma opção para o cristão que deseja obedecer e ser fiel à Deus. A grande comissão não é uma opção a considerar, mas uma ordem para ser obedecida.
Para alguns cristãos, saber que as pessoas estão perdidas gera apenas uma escolha entre testemunhar ou não. No entanto, uma pessoa com paixão pelos perdidos não escolhe quando tem uma oportunidade. A decisão é: “Como me aproximarei ou responderei a essa pessoa perdida?” em lugar de: “Devo tentar aproximar-me ou responder a essa pessoa perdida?” Se realmente amamos, tentaremos livrá-lo da condenação eterna. Esse é o propósito.

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